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Jasmim na WEB



Finalmente, Franca!

Correndo por fora, estou eu furando a concorrência e escrevendo sobre Franca.
Vem muito mais por aí, principalmente fotos!
(Isso mesmo, Gatinho, uma foto só não é cobertura que se preze)
E já que o grupo ignorou os meus dotes jornalísticos, só porque falta um mês para eu me formar, e só porque tinha uma jornalista formada no ônibus. Mas deixa estar, viu!!! Ah, pra quem queria saber, a defesa da minha monografia vai ser dia 01/12 - estamos vendo o horário, lá na Metô (Universidade Metodista de São Paulo), tá?

E povo, continuem visitando o blog. Vou colocar mais coisas. (vcs viram que o blog ficou até tortinho de tanta foto?) E o blog deu uns pobrema que muda o tamanho da letra que eu não consigo resolver. Desconsiderem, tá? No final dos posts tem recadinhos para vocês. Divulguem para que todos vejam as fotos, e comentem, mandem as fotos de vocês. São muitas saudades. Bjos

PS: Azuma, atualiza aquele blog, poxa vida!
PS 2: Eu vou demorar para blogar de novo porque quero que todos vejam os posts de Franca (aê, como disse o Gatinho este final de semana - publicidade é a alma do negócio). Eu geralmente respondo os comentários de vocês, viu? Então voltem para ler a minha resposta, né? hehehehe



Escrito por JASMIM às 20h24
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E A VIAGEM COMEÇA...

Basicamente, eu a Moema (a Cilene, a minha irmã gêmea) chegamos no CEOS exatamente 15 minutos antes do combinado – 21h45. O centro ainda estava fechado. Então, a gente passou na casa da Verô para pegar a chave – para variar, a Verô estava.... atrasada. Hahahahaha

Esperamos um pouco e o Marcão chegou. Não deram alguns minutos e a mamute da Lucila – vulgo menina da flauta de Franca – 2002 – chegou, sendo aloprada pelo irmão dela, que pedia encarecidamente que nós fizéssemos a caridade de não devolvê-la a família. Hahahahahahaha

Bem, assim, a galera foi chegando, e começamos a fazer a maior zona dentro do centro. Eu fiquei preocupada se o barulho atrapalhava os vizinhos, mas recebi a felicíssima notícia de que a Dona Miltes – a presidente da nossa instituição, que morava na casa ao lado havia se mudado para uma rua próxima, e o casal que morava do outro lado do centro tinha viajado permanentemente para o P.E.

Então (putz, Edner, você tem toda a razão... hahahahaha), foi só alegria, só bagunça e só barulho. No meio da zona, a Lilith (a Regina) resolveu pegar um outro saco plástico para presentar a Lucila-Mamute.

(pausa para explicações: Lucila-Mamute fez um pronunciamento uma semana antes esclarecendo que levaria um saco do tamanho daqueles de lixo para que, na hora do almoço, lotasse o saco de comida, uma vez que ela ficaria com muita fome à noite. Não é óbvio para vocês o apelido de Mamute que a gente deu para ela?)

Nesse ínterim, aconteceu um socorro espiritual, mas que eu não vou comentá-lo aqui porque este post é para ser um post alegre. Então, depois de preparados e depois de atrasados, porque o Cic finalmente chegou – (aê, zuou a Renatinha em 2002, agora mordeu a língua hein!)

A viagem não teve muitas novidades, eu estava super cansada e querendo dormir, para aproveitar o máximo em Franca. O pessoal faz piada o tempo todo, mas o que ficou na memória foi a cena BUCÓLICA (com sotaque de baiano... hahahaha, putz, essa é uma  piada que eu não consigo explicar, desculpa, gente!

Ah, é... eu tenho que ser justa que a Lucila-Mamute também é cultura. Depois de uma pausa rápida na cidade de Brodowski, a Mamute falou que esta era a cidade de Cândido Portinari. Não é chique?

PS: como este post não tem fotos, eu vou colocar algumas sem noção, tá? hahahahahaha

Batavo querendo tirar uma casquinha do primeiro colocado; ao lado da Jordana - que encanta com o seu canto.

 

 

 

 

 

 

 

A unanimidade de Franca - Azuma



Escrito por JASMIM às 20h09
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E FRANCA CHEGOU... (desta vez sem o barulho do sapateado do The Lord of the Dance)

Quando chegamos, já tinha dois ônibus esperando – a gente não poderia entrar porque estavam terminando de arrumar tudo. Se eu não me engano, era a galera de Floripa e de Paranavaí e Maringá que estavam por lá, mas até aí a gente não conhecia ninguém, com exceção da Ivy-Uvinha que fez o povo cantar parabéns para ela, não satisfeita com o parabéns que a gente tinha cantado no dia anterior (valeu! Hahahaha)

Depois, lá fomos nós descarregar as malas. Uma faixa de bem-vindos nos saudava. E descobrimos que cantaríamos na primeira noite – ainda bem – porque daria pra gente berrar bastante nos outros dias. Uma fila imensa, eu carregando uma mala mega-pesada, mais um colchonete extra-grande, uma bolsa de mão-costas (huahuahuahua) num dos ombros e meu violão no outro. Quando estava chegando para fazer a inscrição, uma das meninas da organização do Fecef se compadeceu da minhas dificuldades e levou meu colchonete para cima – que gentil, não é gente?

Bem, depois disso, acho que foi a primeira vez que a gente se deparou com o símbolo do festival: o espetacular, indescritível e unânime POLVILHO. Mas como era a primeira vez, ninguém deu importância a sua presença na mesa do café da manhã.

Depois de matar o que me matava (nossa, quanto ódio neste meu coração!), o Nova Luz, como não gosta de aparecer muito, resolveu colocar os seus nomes numa cartolina com os dizeres: “Deixe aqui sua marca”. Logo, GP-Ed e Gabriel-Gatinho estavam divulgando seus blogs (a Ana P.-Batavo fez o mesmo na lousa do nosso “quarto”), enquanto que eu, Carina-Jasmim, Cilene-Moema, Mari e Ana P.-Batavo estávamos aproveitando uma cartolina ainda branca e espaçosamente escrevemos nossos nomes, grupo e cidade com letras graúdas e em cores do Nova Luz.

O almoço chegou logo. Após enchermos a barriga – Mamute ficou deveras feliz – fomos para o auditório da universidade.

Escrito por JASMIM às 19h54
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ABRE-SE o 10º FECEF

Após chegarmos no teatro-auditório – seja lá o que era aquilo – deu-se por iniciados os trabalhos. Desta vez, pegamos uma das palestras. Mas o grupo não gostou muito das abordagens no palestrante – que por sinal viajou com a gente – então, decidimos nos divertir de outra forma, já que não poderíamos sair do auditório. Alguns dormiram, outros, como eu, ficaram fazendo criptograma e jogo dos sete erros. A Mari gostou da idéia e fez junto comigo. Hehehe

Assim que acabou a palestra, a organização do festival nos levou de perua (isso mesmo, não era van, não era microondas – ou microônibus, como quiserem.... hahahaha) era perua mesmo, daquelas antigas. E beginhas. Acontece que o grupo é levemente grande – ahahahaha – tivemos que ir em duas peruas, apertados e com todos os instrumentos.

Quando chegamos no coliseu, encontramos a galera de Maringá – que só a Ivy-Uvinha, a Regina-Lilith, Ana P.-Batavo e Leo da escala conheciam porque foram para o Festival de Curitiba. O Edson de Curitiba também estava lá (aliás, muito legal esse lance da sua música!). Mas nós estávamos muito preocupados com a nossa apresentação. Saímos do local e fomos para o estacionamento, treinar as vozes e os instrumentos – menos o teclado, porque, obviamente, não daria para ligar. Ao sairmos, percebemos que não éramos os únicos a ter a “brilhante” idéia – Maringá fazia o mesmo. Então, nos afastamos bastante para não atrapalhá-los e também conseguirmos cantar ouvindo nossos tons. Ali ocorreu um estresse básico no começo, mas o poder da música realmente não pode ser subestimado. Em pouco tempo entramos novamente, com os corações mais tranqüilos e vimos Maringá passar o som, logo depois a gente subiu. Nesse meio tempo, o meu violão fez o favor de não funcionar, mas o Leo da escala, com os seus contatos maringuenses (é assim que se escreve? Acho que não, né...) pediu o violão do Bruno emprestado. Acho que esse foi um primeiro contato, por meio dos instrumentos.

O cara da organização estava um pouco estressado porque tinham alguns problemas no som que ele acreditava ser nosso. O bom é que o grupo não se abateu por essas coisas (Leo, quanto alto controle você tem!!!) Bem, e aí a gente cantou a música toda. Lembro direitinho que quando a gente cantava, o Edson de Curitiba numa ponta, e a Marina de Maringá na outra assistiam, e bateram palmas.... Pode parecer meio babaca, mas eu lembro exatamente da cena, a maneira como bateram palmas empolgados. Ficou preso da minha cabeça, sabem... Não sei explicar.



Escrito por JASMIM às 19h43
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A APRESENTAÇÃO

Bem, depois a gente voltou para a universidade. Tudo aconteceu muito rápido: voltamos, tomamos banho, nos trocamos, jantamos e saímos para o coliseu, rumo a apresentação. O grupo todo estava muito ansioso... Primeiro teve uma espécie de “peça” interminável. Não posso dizer pelas outras galeras, mas o Nova Luz bateu palmas umas três vezes na ânsia por acabar o espetáculo. E foi um alívio quando acabou. O primeiro grupo a se apresentar foi o do Rio de Janeiro. A gente tem um carinho especial por eles, e apesar de termos poupado nossas vozes até então, resolvemos cantar a música deles do Fecef 2002. Antes deles começarem, nos levantamos e quase no final do salão, começamos a cantar. Não imaginamos o que causamos a eles – no bom sentido. Só depois, quando o Vitor contou para uma das meninas (foi pra você, Regina-Lilith?)

O povo de Maringá tocou a terceira música. Aquela música gruda, meu deus!!! O refrão cola. Bom, mas enfim... a gente era a 10ª música, e depois da quinta todo mundo já se levantou, e fomos mandados embora porque ainda era muito cedo que a gente ficasse na coxia, e somos muitos, né? Viu, estávamos muito ansiosos. Voltamos e esperamos mais duas músicas – não dava para esperar mais! Nesse meio tempo o Leo trouxe o violão do Bruno para eu tocar. (que fofo ter emprestado, né? Muito gentil)

Bem, aí a gente esperou o GAN (Grupo Arte Nascente, de Goiânia) terminar as músicas (tocar depois do GAN é cruel, né?). Enquanto isso, atrás das coxias, metade do grupo tinha vontade de fazer número 1, a outra metade de fazer número 2. Ainda bem que todos conseguimos controlar nossos intestinos e bexigas. Quando subimos no palco, demos uma leve testada nos instrumentos. O Hugo-Tchongo começou a falar... Nossa, eu via que foi por muito pouco que ele não chorou na frente de mais de setecentas pessoas. Eu preferi não prestar atenção, porque se não nunca conseguiria tocar o violão. Estava com um nó na garganta inquebrantável, acho que nem fiz o primeiro uhuhuh direito. Quando começou a flauta, acho que toda aquela ansiedade foi se esvaindo. Eu não tive grandes erros na base, comecei no tempo certinho (Yupiii!!). Quando a gente olhava pra baixo, a galera do Teatro (Verô, Dé, Ju e Edu) + o Reginaldo, amigo do Hugo-Tchongo e que também é nosso amigo agora, com todas as nossas câmeras fotográficas, emocionados, nos olhando, dando força. Uma microfonia-avalanche assolou o grupo, eu fiz uma cara de poucos amigos e por pouco não parei de tocar. A Verô, que estava na minha frente, deu força para que eu continuasse, aos prantos, junto com a Jussara, que também chorava.

Quando o grupo começou a música, meu, uma lembrança da IAM (Instituição Assistencial Meimei) gigantesca me assolou a mente – isso porque a gente canta essa música há um bom tempo lá. Isso foi rápido, não tive tempo de ficar viajando... Nunca vou conseguir explicar em palavras o que foi subir no palco, olhar aquele mundaréu de gente, ouvir o arranjo que com tanto custo fizemos, as notas vocais que a Luciana nos ensinou (nossa, como eu queria que ela tivesse visto aquilo). O solo da Ana P.-Batavo que o Leo fez, vamos dar o mérito aos dois, ao Leo pela composição e a Ana P.-Batavo pela excelente execução. A paradinha da timba, o back das contratos, o back das sopranos, o esforço dos meninos, a meia-lua, o Leo arrumando o baixo, o final da música, subir com a mesma camiseta dos seus amigos. Nossa, de pensar eu tremo nas bases. No meio da música a minha perna deu ataque de Mal de Parkinson que não parava. Foi um custo fazê-la parar. E a gente olhava para a platéia e parecia que não tínhamos retorno, parecia que eles não estavam gostando. Depois de conversar com a galera, percebemos que era só impressão, muita gente veio nos parabenizar pela energia que a gente trouxe para o festival. O Vitor disse que a gente alcançou as notas certinho. Nossa, acho que ele não tem idéia de como nos deixou felizes. (pausa para comentário: ele é regente!). Desta vez, no final da apresentação, não foi só a Lucila-Mamute que pulou, todos nós pulamos no palco de alegria, voltamos para a coxia e gritamos bem alto, nos abraçamos, choramos, sentimos alívio.

Depois da apresentação, aí podíamos gritar, acabar com as vozes, nos esgoelarmos de alegria. Acho que depois disso tudo é que paramos para conhecer as pessoas. Acho que depois da apresentação foi que eu finalmente conheci o povo, comecei a ligar os nomes às pessoas, a lembrar as músicas que elas tocavam. Saímos de lá com a alma lavada.

Escrito por JASMIM às 19h37
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A AVENTURA

Entramos no ônibus cantando, ou lembrando das sensações, não sei. O ônibus começou a seguir os outros, quando, depois de alguns minutos, deu uma freada brusca. A galera abriu os vidros para olhar. O ônibus tinha batido na porta de um carro, uma mulher histérica saia e entrava dele inconformada, enquanto o marido apaziguava a situação. Ambos tinham seguro, mas o ônibus teve que se dirigir a DP para fazer o B.O. Isso era quase 0h20. Quando chegamos no DP, duas pessoas que eram da organização de Franca falaram pra gente ir a pé, porque não era longe. Eu preferia ficar esperando, mas um argumento me convenceu: quanto tempo acham que vai demorar?

O povo começou a sair do ônibus e a andar. Nessas horas, nos perdemos de um monte de gente, uns três ou quatro grupos andavam, alguns momentos era um completo breu, isso quando a gente não tinha que dar passagem para algum carro que vinha atrás. Estava todo mundo estressado, e andando o mais rápido que podia, tentando pensar que daqui a alguns minutos estaríamos chegando nas portas da universidade. Mas a universidade não chegava. Depois de alguns minutos, o pessoal da organização de Franca resolveu enviar peruas para nos buscar. Mas tinham que ser muitas viagens, estávamos em pelo menos quarenta pessoas. Uma perua foi lotada e ainda tinha uma pá de gente andando.... Depois vieram dois carros. Mais uma pá de gente ainda andava, inclusive eu. Quando mais dois carros pararam, eu entrei em um deles. Nesse meio tempo já estava chegando uma outra perua para pegar os últimos. Sobre os estresses que vieram depois eu também não vou comentar, ok? Foi um caso atípico. O bom é que ninguém ficou muito chateado a ponto de não estar tudo bem na manhã seguinte. Quando chegamos lá, os polvilhos recepcionaram novamente os estômagos do povo. (uma repetência que definitivamente não passou desapercebida)

Como este post está muito triste, vou colocar uma fotenha mais legail, que não tem nada a ver, mas tudo bem...



Escrito por JASMIM às 19h34
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DIA 2 – E A ZONA REALMENTE AUMENTA (O Polvilho)

No dia seguinte, no café da manhã tinha polvilho. Depois daquelas idas e vindas de banheiro, escova-dentes, arruma-cabelo, guarda-escova, pega-bolsa, teve uma atividade de integração. Eu, a Ana P-Batavo e a Regina-Lilith não quisemos participar. Mas eu morri de vergonha quando toda a galera gritava meu nome me chamando para participar. Eu queria mesmo era tirar fotos e aloprar todo mundo neste blog depois...


No intervalo tinha... POLVILHO. Acho que a partir daí a galera não perdoou mais. Bilhões de paródias com polvilho surgiram – um movimento (O MSP – o movimento dos sem-polvilho – quando voltássemos para as nossas respectivas cidades. Veja como somos ogros - a forma já estava quase vazia. hahahahahaha

Depois fomos para o prédio que nos acolheu em 2002, ver uma apresentação de dança. Depois disso, nos dirigimos às respectivas oficinas. Eu, a Mari e a Ana P.-Batavo representávamos o Nova Luz naquela sala. A primeira das atividades era fazer um desenho com talco e com papel camurça. Eu olhei para a Batavo, ela olhou para mim – vamos fazer um violão? Claaaro que sim. Pegamos uma porção de talco, e com a Batavo espirrando, comecei a fazer o formato. Depois de fazê-lo (de ter caído metade do talco no chão, da Batavo estar espirrando por causa da alergia, e do braço do violão estar completamente torto, a Batavo teve a infeliz idéia – pelo menos no meu ponto de vista – de assoprar o talco na minha cara. Como ela mesma disse, pareceu uma cena do Chaves: ela levantou o papel e assoprou diretamente no meu olho. Aí, além dos meus olhos ficarem marejados, o resto do talco caiu no chão, o que fez uma lambança ainda maior, porque atingiu toda a cadeira que eu estava sentada, mais a bolsa – que diga-se de passagem também era de camurça, imaginem que beleza! – a minha calça, a cadeira da Batavo e a parede. Como disse um dos amigos do lado, se bobear, o desenho do talco no chão ficou melhor do que o do papel camurça... hahahahahahaha. PS: Obviamente, que esta foto não é o nosso. O nosso, como eu já disse é um violão a La Picasso. (a figura acima é apenas ilustrativa! hahahaha)

O oficina foi bem legal, até. Claro, que com as devidas considerações. Eu, por exemplo, não agüentava mais falarem de Ciência e Arte, mesmo porque eu estudei exatamente isso durante seis meses para o Trabalho de Conclusão de Curso – o meu TCC. Até aí a gente já estava amigo de um pessoalzinho. O Vitor, que ficou um tanto empolgado com uma música nossa e que queria fazer um arranjo pra ela – o Bruno, de Maringá e o Edner, de Curitiba, mas que tem um pézinho em Santo André – SP. Bem pertinho da gente. (Acima, toda a galera: Vitor segurando polvilhos, e Breno abaixo, galera do Nova Luz, Marcus (camiseta laranja) de Floripa e no canto, de óculos e camiseta laranja, o Leo, de Floripa também. )

Na hora do almoço, eu, a Mari e a Cilene-Moema ainda conversamos com o Leonardo de Floripa, super gente fina. Enquanto isso, o povo aloprava os polvilhos: seguem algumas:

(em ritmo de Poeira, da Ivete Sangalo): Polvilho ôô, Polvilho, ôô, Polvilho
Só comi Polvilho
(eu quero ouvir mais uma vez)

(em ritmo de Escravos de Jó): Polvilhos de Jó, jogavam caxangá, tira, põe, deixa ficar.... (mantém se a letra original. Agora imaginem uma roda com quase todos os membros do Nova Luz, mais o teatro e mais toda a galera de Floripa brincando de Polvilhos de Jó, com biscoitos nas mãos.

(em ritmo de música de festa junina) Pula polvilho iá iá; Pula polvilho iô iô, Cuidado para não se queimar... Agora imaginem uma forma com biscoitos de polvilho, e a Jussara pulando a forma e mais uma porção de gente, com todo mundo em roda.

E a mensagem subliminar do crachá?
Nossa, acho que nunca ri tanto. Aí ao lado está a Verô,
mostrando que realmente o crachá não remetia a um CD,
mas sim a um biscoito de polvilho. Reparem a semelhança.

Ah, gente, não lembro exatamente quando foi que voltamos andando de olhos fechados e só a Mari nos guiando. Mas fazer aquilo foi bem legal!!!

A oficina de tarde também foi bacana. Sem grandes comentários (mesmo porque a gente não lembra, né Bruno? Mari, perda de memória recente é pouco pra gente!) O que eu sei é que no lanche da tarde não tinha só polvilho. Desta vez tinha outras coisas. Mas mesmo assim, a zona do polvilho era geral.

Na hora do jantar é sempre um corre-corre, acabou a água, não dava para escovar os dentes, teve gente que não conseguiu tomar banho, e foi todo mundo voando de novo para o coliseu, onde mais músicas seriam apresentadas.

Escrito por JASMIM às 16h22
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A SEGUNDA NOITE DE APRESENTAÇÕES

Quando a gente chegou lá, o Vitor e o Breno, também do Rio, empolgadíssimos com a nossa música fez altos backs comigo e com a Ivy-Uvinha, e lá fui eu chamar toda a galera do grupo, que parecia não entender o que eu estava dizendo, para fazermos outras experiências. Ficamos cantando até o início das apresentações, aprendemos uma música linda com o Ariovaldo e prometemos parceria com o povo do Rio.  

Assistir o espetáculo na frente do palco sentados no chão não foi das maneiras mais confortáveis, mas foi muito melhor do que sentar atrás como aconteceu com a gente um dia antes. Primeiro porque a zona é geral, você consegue conversar com todo mundo e não apenas com as pessoas que estão sentadas do seu lado. Depois porque a galera de Curitiba estava sentada exatamente atrás da gente, o que foi muito legal. Eles são ótimos.

Conversei muito com o Edson, demais, durante as apresentações. E a apresentação de Curitiba foi ilária. A cara deles. O Roger dançando é muito engraçado, é meio sem ritmo como o Hugo-Tchongo. Acho que eles deviam se dar as mãos, ou participarem juntos de um concurso de dança... hehehehehe (OS: eu adoro vocês dois, é brincadeira, ta?)

Após todas as músicas, teve o show do Alma Sonora, enquanto a organização computava a música vencedora. Impossível não se apaixonar por este grupo. Eu amei, eu já ouvi o CD em casa, mas ver uma apresentação deles é demais.

Sem contar que eles são super simpáticos, o Douglas, o Azuma tocavam com a gente várias músicas um dia antes e eu nem sabia que eles eram do grupo. Eles não têm aquele lance de estrelismo, e até resolveram não participar do festival porque não acharam justo (porque no nome eles não são profissionais, mas pra todo mundo eles são muito profissionais!!! Não foram fofos?)

Este ano não divulgaram os lugares do jurí popular – só o primeiro colocado. E obviamente foi uma música de Franca, mesmo porque parece que a cidade inteira é espírita. Vai um monte de gente assistir o festival. Então, a gente saiu do coliseu não fazendo a menor idéia de como tínhamos nos saído perante o júri. Perguntamos para a organização, mas disseram que estavam computando ainda, que só analisaram rapidamente as primeiras colocações para já informar os vencedores. Voltamos para a universidade (desta vez sem acidentes, ainda bem!) e começamos a fazer um “luau”, mas dentro da universidade, porque estava deveras frio. Hehe

Um povo começou a cantar umas músicas que a gente não conhecia. Nós ficamos um pouco lá, mas daí ficou meio entediante... Então, algumas pessoas do Nova Luz – inclusive eu – saímos quando encontramos um pessoalzinho cantando umas músicas conhecidas, do outro lado. E resolvemos nos juntar a eles. Depois de um tempo, quando a gente viu, a rodinha tinha aumentando tão consideravelmente que me lembrou um pouco aquele dia que a gente fez isso em Franca 2002, quando tínhamos acabado de chegar. As duas horas se passaram voando, e a organização já ajoelhava implorando que fôssemos dormir. Eu estava elétrica, não queria dormir. Mas meio que me forcei, porque queria aproveitar ao máximo as últimas horas que teria em Franca, no dia seguinte.

Porém, algumas meninas não fizeram isso. Lançaram o PAM – Patrulha do Amor da Madrugada. Uma patrulha louca que resolve correr atrás de um celular com tela azul, fazer perguntas indiscretas a casais ficantes e outras perguntas indiscretas sobre o funcionamento do aparelho intestinal das pessoas, em locais de breu absoluto. Ah, e fogem dos guardinhas jogando-se no chão. Não sei porque me identifiquei com essa gente? Hahahahaha

Escrito por JASMIM às 16h14
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O DIA DO ADEUS

Mas enfim... Passou-se a noite, e no dia seguinte só teríamos as despedidas, que foram especificamente difíceis este ano. Acho que foram mais doídas. Mas estávamos eufóricos para acordar e saber que colocação tínhamos pegado. Quem veio com a notícia no nosso quarto foi a Lucila-Mamute. Ficamos em quinto lugar!!! Em quinto!!! Melhoramos uma posição em relação a Franca-2002, e fomos melhores que uma música do GAN que a mulher cantou lírico, com direito a tchello. Nem acreditamos quando vimos. Era muito surreal. A galera do Rio não pegou colocação nas 12 primeiras, uma música de Maringá que a gente tinha certeza que iria entrar não entrou. E eu acho que todo o mérito se deve a Luciana e ao Leo. Claro que ao resto do grupo também, que realizou a execução. Mas não teríamos conseguido sem eles. Com certeza não. Apesar das alegrias, também ficamos tristes pelos nossos amigos...

Bom, depois da notícia, nos dirigimos para o auditório da universidade para o fechamento do festival. Lá, teve uma “peça” do povo de São Carlos que foi lindaaaa. Eu me debulhei em lágrimas, a Cilene-Moema que estava do meu lado também... E depois teve uma peça engraçadíssima do povo de Curitiba.

Sabe que até me lembrou o estilo do grupo de teatro Sheila, da IAM? Nossa, eu elogiei para o Azuma depois, que peça!!! Que tiradas!!! “Escorregar na planilha”; “Que assim seja”; ou Thriller vai ficar na minha cabeça sempre.... hahahahaha. E só piada interna, né? Ou aquela cena do Azuma de pijama correndo pela casa com um travesseiro nas mãos, ou o Jarbas entrando e saindo com a cadeira, ou a paródia do Titanic, a arma secreta da equipe de salvamento...MARAVILHOSO!!!

Depois o Instituto Arte e Vida de Franca apresentou um texto e uma música do Oswaldo Montenegro lindos. Nossa senhora!!! (ops, mas não era espírita? Hahahahaah). E teve uma mega peça depois, que foi legal. Meio confusa no começo (ela não era tia do cunhado do vizinho do açogueiro da irmã da sobrinha do neto do pai da Sofia?), mas acho que a gente se acostuma depois...

No final da peça foi só emoção. Todos choravam, se abraçaram... Nitidamente me lembrou os encerramentos de ano do DIJ na IAM. Almoçamos e já era o fim de mais um fecef. Colocar as malas no ônibus foi terrível. Ver as pessoas embarcando nos ônibus... Na verdade, ninguém queria ir embora, porque as pessoas ficavam do lado de fora do ônibus e relutavam em subir. Mas tivemos mesmo que descer do paraíso, voltar a rotina diária. E cada um voltou para a sua cidade, mas alegre de ter participado de um festival tão bacana.



Escrito por JASMIM às 16h01
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Recadinhos especiais:

Galera do Teatro: (Verô, , Ju e Edu) – essa viagem não teria sido a mesma sem vocês. Mais uma vez, obrigada pela força que vocês sempre nos dão, pelo carinho, pelo bom-humor, pelas piadas, pela emoção. Amigos assim a gente não encontra em qualquer esquina, e vocês sempre provam nestas viagens que por mais separados que parecemos estar por causa dos horários, mais unidos estamos. Precisamos combinar umas parcerias, né?

Curitiba: quanto mais a gente convive com vocês, mais a gente se apaixona. Vocês são o máximo. Beijos especiais para o Azuma (sempre presente!), para o Edson (adorei ter conversado tanto com você no festival. Vou ter que dar um jeito de ir no festival de vocês ano que vem, de qualquer jeito!!), para o Edner (muito legal ter conhecido você!) e para o Alma Sonora, principalmente para o Douglas (vocês são lindos!)

Maringá/Paranavaí: Nossa, pra vocês eu nem sei o que dizer. As meninas (a Jordana - que canta divinamente - e a Marina) são duas loucas – mas afinadas. Hahahaha. Divertidas, inteligentes... E o Bruno, que é um amor de pessoa. Eu queria ter te agradecido lá no palco, mas estava com um nó na garganta, mesmo se tentasse não conseguiria falar nada. Acho que nem consigo falar de você, de tão especial que se tornou. Valeu pela companhia, pelas piadas, pela zona, por ter ensinado a música (mesmo com o dedo quebrado). Nossa, sem palavras. E quando você falou da nossa música, do nosso trabalho, puxa... É tudo tão recíproco.

Floripa: A turminha da farra (que nem a gente!), Vocês são demais! Com vocês não tem tempo ruim. Beijos especiais para o Marcus, Leonardo e Flores (amei as castanholas. Acho que já te disse isso).

Rio: Vitor e Breno, vocês são maravilhosos. Não têm noção do que foi estreitar os laços com vocês neste fecef. A cada dia admiramos mais e mais tudo o que vêm de vocês. As palavras simplesmente não conseguem agradecer. Tomara que cantemos juntos no palco do fecef em 2006.

Grupo de Música: Nossa, ainda mais depois dessa viagem, como eu adoro vocês, não fazem idéia. (aliás, acho que fazem sim!). Tiveram algumas pessoas que ainda consegui ficar mais amiga. (como isso é possível?)

Para todos: AMO MUITO VOCÊS!!! TODOS!!! Vocês estão no meu coração para sempre. Dois anos é tempo demais para esperar (mesmo porque eu estarei dois anos mais velha tbm) O nosso grupo ama tanto música que até abrimos mão das férias, de tanto que a gente curte. Por isso, nem dá pra sentir tanta saudade. Mas para todos os demais, saibam que existe uma menina em São Bernardo que pensa em vocês, e que adora vocês de todo o coração.

Já com muitas saudades, e com a cabeça ainda em Franca...

Escrito por JASMIM às 14h28
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Enquanto as fotos não chegam...

Só vou avisando que estou passando por um momento de decisão na minha vida. Este ano foi um ano de resoluções, de dor e de alegrias também. (mais de dificuldades, mas fazer o quê?). Sinto que terminei de passar por provas que há muito tempo me seguiam, provas da vida mesmo. É como se fechasse um ciclo, como se uma missão fosse finalmente cumprida. E eu me emocionei muito por isso. Parece que agora o caminho se abriu, não sei explicar ao certo. O que eu sei é que neste reveillon eu vou agradecer muito por este ano em alguns aspectos, agradecer pelas provas que passei - e que acredito terem sido bem executadas. Parece que o meu inconsciente é um espírito muito sábio, que sabe metódicamente o que faz (eu sou assim!). Algumas vezes pode ter afastado as pessoas, mas parece que hoje eu vejo o porquê. Talvez devesse ser assim, talvez assim fosse mais fácil. Este ano foi ano de conclusões, parece que o novo se abre diante dos meus olhos no ano que vem. E talvez o merecimento esteja me esperando lá.

PS: dá para vocês mandarem as fotos? Não estou me aguentando de esperar para blogar sobre Franca. Já escrevi um texto imenso que não consigo cortar!!



Escrito por JASMIM às 16h12
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FECEF - FRANCA

Nossa, foi muito, muito, mas muito booooooommmmm! Como é duro voltar à realidade! A minha cabeça ainda está naquele festival, nas pessoas incríveis que eu conheci por lá!

E nada parece fazer que eu me esqueça disso. (eu me esforcei não pensar muito, porque se ficasse pensando não faria mais nada!) Hoje, por exemplo, eu matei o serviço para ir ao meu homeopata - aliás, grandes revelações lá. Então, mas eu estava fazendo cripto - um tipo de cruzadas - enquanto esperava para entrar. Uma das perguntas era:

"Anfiteatro que é atração turística da cidade de Roma"

Ah, fala sério! Aí, depois de responder, é lógico, fui fazer caça-palavras do Rio Amazonas e no meio das palavras tinha uma que não constava na listinha: voz. Aí eu fechei o livro, e a minha mãe foi comprar um lanchinho. Adivinha com o que ela voltou? Com POLVILHO!!!!! E isso porque eu tinha contado para a minha mãe toda a história do polvilho... hahahahaha

Mas aguardem... Daqui a pouco eu blogo tudinho sobre o Fecef, assim que a galera liberar as fotos, não é? E mandem por e-mail os contatos que vocês pegaram lá, para que eles leiam nossas narrativas sobre o fecef. E adivinhem que CD eu estou ouvindo? hehehehe
Bjos



Escrito por JASMIM às 16h43
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